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Produção e recepção



Quando Masami Kurumada estava no processo de criação do mangá, o nome do cavaleiro de pégaso seria Rin, e o título "Ginga no Rin" (Rin da Galáxia). Entretanto, depois Kurumada mudou o nome do personagem para Seiya, por julgá-lo mais adequado, isto porque em kanji, Seiya significa "flecha estelar" (uma referência à constelação de sagitário, signo de Seiya e do próprio Kurumada). Finalmente, o título foi mudado para Saint Seiya porque os defensores de Atena seriam chamados de "santos cavaleiros".
Seiya foi inspirado no personagem Takane Ryuuji, protagonista do mangá Ring ni Kakero, também de autoria de Kurumada.
No Brasil, o lançamento da série em 1994 foi responsável por mudar a maneira que o público assistia animes, desencadeando uma "anime-mania". Em outros países latino-americanos (como por exemplo, no México e na Argentina) o sucesso também foi grande, apesar de a animação japonesa ter sido exibida eventualmente em ambos os países na década anterior, com programas como "Robotech" e "Mazinger Z". Em função do sucesso nos países de língua espanhola, a tradução brasileira do anime foi feita com base na dublagem em espanhol. Tanto o anime quanto o mangá foram lançados na China, Hong Kong e Taiwan por volta de 1990, dando início à adoração da animação japonesa e do mangá nesses países.
A ideia de utilizar mitologia como pano de fundo serviu de inspiração para outros animes como, por exemplo, Samurai Warriors e Shurato.
Pode afirmar-se que a série deu contribuições especiais no desenvolvimento da cultura japonesa de mangás e animes. É a mais importante e antiga origem para Doujinshi junto com Captain Tsubasa, que acabou crescendo numa subcultura periférica significativa de anime e mangá. Os grupos Doujinshi têm atualmente um grande número de membros no Leste Asiático, América do Sul e Oeste Europeu.
Mangakas famosos atualmente como o grupo CLAMP, Kubo Tite e Yun Kouga ja declararam terem sido muito influênciados pelas obras de Kurumada.
O mangá original vendeu mais de 25 milhões de cópias no Japão.Em ranking publicado em 2006 pela TV Asahi, Os Cavaleiros do Zodíaco está entre os cem melhores animes.
Em 1987, a série foi eleita o melhor anime do ano na famosa premiação Anime Grand Prix realizada pelas revistas japonesas Animage e Newtype.No ano seguinte, Saint Seiya foi eleito o segundo melhor anime de 1988, sendo superado pelo filme Tonari no Totoro.
No Canadá e Estados Unidos, a série não fez sucesso em sua primeira exibição. Somente em 2003, com o nome Knights of the Zodiac a série começou a ganhar fãs do continente norte-americano (mais específicamente nos estados de Quebec (Canada) e Wisconsin (EUA)). A empresa responsável pelo licenciamento foi a DIC Entertainment. A série sofreu muitos cortes e enormes alterações na trilha sonora e na história, o que decepcionou muitos fãs. A saída foi lançar DVDs (caixas) na íntegra (sem cortes e alterações). Alguns produtos começaram a ser lançados junto com o mercado japonês com isso é crescente o número de fãs que estão se formando nos EUA e no Canadá.



Dublagem

No Brasil, a série possuiu três dublagens. A primeira, feita no estúdio Gota Mágica, foi acompanhada de perto pelos executivos da Bandai, que já esperavam um grande sucesso. Essa dublagem apresentou muitos erros, como por exemplo, o cavaleiro Jabu de Unicórnio que virou Jabu de Capricórnio.
Mais tarde, a fim de conseguir que a série pudesse ser novamente exibida em terras brasileiras, chegou-se ao consenso que seria mais fácil redublar toda a série do que conseguir posse das fitas originais que estavam sob fortes problemas judiciais (devido a falência da Rede Manchete). Esta segunda dublagem, foi feita no estúdio Álamo que realizou um trabalho com mais cuidado e esmero do que a primeira versão. Entretanto a redublagem não contou com a volta de todos os dubladores originais (além dos que faleceram, a Álamo trocou os dubladores de Poseidon e Bado de Alcor). Os erros desta versão são mínimos, mas ainda há alguns problemas. A Álamo também dublou os episódios do capítulo Santuário da Saga de Hades e o filme Prólogo do Céu.
Juntamente com os episódios do capítulo Santuário, foi produzido um episódio especial chamado Episódio Zero, que resumia os acontecimentos da série até a Saga de Hades. A dublagem desse especial ficou a cargo da empresa Dubrasil que utilizou os mesmos dubladores da Álamo. A Dubrasil dublou, ainda, os capítulos Inferno e Elíseos da Saga de Hades, e redublou os quatro filmes antigos, entretanto o elenco de dublagem sofreu várias modificações.
No Japão, após vinte anos sendo dublada pelas mesmas pessoas, Masami Kurumada, trocou os dubladores originais dos cinco Cavaleiros de Bronze e da deusa Atena por pessoas mais jovens.
De acordo com uma carta que foi publicada no site do próprio Kurumada, ele dizia que a voz de vários dos dubladores antigos estava "nojentamente imprestável" ('helplessly gross' na tradução em inglês que o site disponibilizou), e que queria "alcançar uma nova geração de fãs" usando um elenco mais "atual", que é facilmente reconhecido de séries que estariam "na moda" no Japão.
Essa noção contradiz diretamente o posicionamento de Toru Furuya (primeiro dublador japonês de Seiya), e do diretor Shingeyasu Yamauchi (diretor dos treze OVAs de Hades-Santuário e do filme Prólogo do Céu), que afirmavam que o público de Cavaleiros no Japão são os adultos que acompanharam a série quando crianças. Furuya se afastou por não desejar continuar o trabalho sem seus companheiros, e aparentemente, Kurumada deliberadamente vetou Yamauchi, usando a fraca recepção do filme no Japão como argumento (o filme apenas se pagou quando exibido, mas foi um sucesso quando lançado em DVD). Disso surgiram os novos dubladores e o novo diretor da série que assumiram na Fase Inferno.


Jogos

No auge de sucesso da série no Japão foram criados vários jogos dos cavaleiros para os consoles da Nintendo (dois para o NES e um para o Game Boy).
Muito tempo depois, com o lançamento das OVAs da Saga de Hades, a Bandai lançou dois jogos de luta para Playstation 2.

Saint Seiya (NES)
Referente a saga do Santuário completa, numa mistura de plataformas com batalhas RPG.

Saint Seiya 2 (NES)
Jogo focado na "Batalha das Doze Casas".

Saint Seiya Paradise (Game Boy)
Jogo que passa pela Saga do Santuário até a Saga de Poseidon. Desta vez totalmente como RPG, semelhante à jogos como "Final Fantasy".

Saint Seiya (Perfect Edition) (Wonder Swan)
Remake do primeiro jogo Saint Seiya para NES.

Saint Seiya Typing Ryu Sei Ken (PC)
Jogo com um estilo bem diferente, onde o jogador enfrenta os inimigos digitando rapidamente palavras em Japonês que aparecem na tela.

Saint Seiya - Chapter Sanctuary (PlayStation 2)
É o primeiro jogo 3D de luta de Os Cavaleiros do Zodíaco, situado na batalha das doze casas.

Saint Seiya 2 - The Hades (PlayStation 2)
Por enquanto, o último jogo oficial já feito dos Cavaleiros do Zodíaco e o segundo para Playstation 2. Bem parecido com o antecessor, o gênero continua sendo de luta, porém desta vez situado na Saga de Hades.

Famicom Jump: Hero Retsuden (NES)
Jogo de RPG com personagens de várias séries publicadas na Weekly Shōnen Jump, Seiya sendo um dos 16 personagens principais controláveis. Shiryu, Shun, Atena, Saga, Máscara da Morte, Shura, Camus e Afrodite aparecem no jogo, Saga sendo o antepenúltimo chefe e o chefe de um minigame.

Jump Ultimate Stars (Nintendo DS)
Jogo de luta com personagens de várias séries da Shonen Jump. Seiya é um personagem controlável, Shiryu, Shun, Hyoga e Ikki são personagens de suporte, e Atena e Mu de Áries personagens de ajuda.

Saint Seiya - The Hades Chapter Inferno (Play Station 2)
Foi confirmado pela Bandai nanco game a lançar em setembro de 2011,com uma grande variedade de personagens,inclusive Pandora,Hades e Athena.

Saint Seiya - The Hades Chapter Elysion (Play Station 2)
Tambem foi confirmado pela bandai nanco games,ira lançar em dezembro de 2011,e pela 1º vez podera jogar comjabu,nachi,ban,gekieichi,hades,thanatos,hypnos,athena,seiya e os outros cavaleiros de bronze com a armadura divina,etc.

Saint Seiya - The Lost Canvas (Play Station 2 e Play Station 3)

Saint Seiya - Prologe of Sky (Play Station 2 e Play Station 3)



Os significados do título

(Seitōshi) significa "santo guerreiro", entretanto o kanji vem acompanhado com o furigana (Seinto) que é a escrita em katakana para a palavra inglesa "Saint" (lit. "santo"). Portanto o kanji em Saint Seiya, é tratado como um ateji.
(Seiya), o nome do personagem principal, é composto pelos kanji: (estrela) e (flecha, arco), portanto pode significar "flecha estelar", "arco de estrelas", "arco das contelações" (sendo como um coletivo de /"seiza"/ que em japonês significa "constelação" ou "conjunto de estrelas") ou "arqueiro das estrelas" (sendo uma referência a constelação de sagitário).
(Saint Seiya) então pode ser traduzido como: Santa Flecha Estelar, Santo Arco de Estrelas, Santo Arco das Contelações, Flecha Estelar dos Guardiões da Terra, Arco de Estrelas dos Guardiões da Terra, Arco das Contelações dos Guardiões da Terra, Santo Arqueiro das Estrelas, Santo Seiya (sendo essa a oficial, em referência ao personagem principal), entre outras traduções.


Filmes

Cinco filmes foram feitos pela Toei Animation e pela Bandai, sendo o último escrito por Masami Kurumada, o autor original da série. Com a exceção do Prólogo do Céu, o último filme, nenhum deles faz parte da cronologia da história original, são apenas sagas alternativas. A maioria dos filmes dos Cavaleiros do Zodíaco possui duração inferior a sessenta minutos. Todos os cinco filmes representam lutas dos cavaleiros de Atena contra algum deus maléfico.
É importante destacar que muitas pessoas não consideram os filmes como peças relevantes da série Saint Seiya, provavelmente devido à baixa receptividade quanto à qualidade dos mesmos. Algumas críticas feitas aos filmes são o pobre desenvolvimento psicólogico dos personagens e a pouca criatividade nas histórias. De acordo com os comentários mais comuns, as tramas sempre giram em torno das lutas dos cavaleiros de Atena contra algum deus maléfico que vem à Terra acompanhado de alguns soldados com o intuito de destruir a raça humana. Em todos os filmes, a deusa Atena é raptada ou abduzida, o cavaleiro Shun é facilmente derrotado e inevitavelmente resgatado por seu irmão Ikki, e basta um golpe de Seiya(Interpretado por Eduardo F. Possatti) com a flecha da Armadura de Ouro de Sagitário para pôr fim às intenções perversas das divindades.
Entretanto, diferente do senso comum, Masami Kurumada participou ativamente da elaboração dos três primeiros filmes explicando a utilização de elementos que seriam reutilizados no mangá, como a ressureição dos Cavaleiros de Ouro, o lendário Cavaleiro de Lira, e o golpe suicida de Saga em Jaú (semelhante ao golpe suicida de Kanon em Radamanthys).
Kurumada desenhou pessoalmente o visual dos cinco inimigos do primeiro filme, bem como os de Durval, Loki, Frey e Freya em A Grande Batalha dos Deuses (tendo o desenhos destes dois últimos sido reaproveitados no mangá, sobre a forma de Alexei e Natassia). O visual do deus Abel também foi elaborado pelo criador da série, servindo de base para o desenho de Apolo.
Diferente dos primeiros filmes, o Prólogo do Céu teve recepção positiva pelos fãs em todo o mundo, embora o mesmo não possa ser dito dos fãs japoneses, o que explica o fracasso de público na sua exibição. Em virtude das alterações de seu roteiro original, e o fracasso do filme no Japão, Masami Kurumada exigiu a sáida de toda a equipe de animação da série, que foi substituída na produção de Hades. O que ele não contava era com aceitação positiva dos fãs e sucesso de vendas do Prólogo do Céu depois da sua versão em DVD e sua recepção mundial.


 
Os filmes são


O Santo Guerreiro
A Grande Batalha dos Deuses
A Lenda dos Defensores de Atena
Os Guerreiros do Armageddon
Prólogo do Céu

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